terça-feira, 13 de maio de 2008

HOMENAGEM A ANTÔNIO MILIOLI FILHO


A Deputada Ada De Luca(PMDB) homenageou o Reitor da UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense – Antônio Milioli Filho com a Medalha de Mérito Poder Legislativo Catarinense. A comenda foi entregue durante a Sessão Solene realizada nesta segunda, 12, na Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
O professor Antônio Milioli Filho tem dedicado a vida profissional à Educação e formação de gerações, trabalhando pela modernização e excelência do ensino superior. Como educador é incansável na busca de transformações. “Verdades e paradigmas da Educação precisam ser repensados constantemente diante das profundas modificações da sociedade”, avalia.
A Medalha de Mérito Poder Legislativo Catarinense é concedida a pessoas que contribuem com o crescimento de Santa Catarina. “O professor Milioli atua na Educação pelo progresso do nosso Estado”, diz a deputada.Foram entregues 45 medalhas de mérito para personalidades e instituições que, de alguma forma, tiveram suas atividades reconhecidas pelo Parlamento. Das oito homenagens que a Assembléia Legislativa concede, cinco receberam indicações dos parlamentares: Medalhas de Mérito Poder Legislativo, Antonieta de Barros, Parceria Comunitária – Assembléia Legislativa e Lions Clube Catarinense, Ambiental e Carl Franz Albert Hoepcke.

terça-feira, 6 de maio de 2008

III PARADA DA DIVERSIDADE

A Deputada Ada De Luca levou um trio elétrico para III Parada da Diversidade, pelo segundo ano consecutivo. Era o mais colorido dos oito caminhões que estiveram na Avenida Beira Mar Norte, em Florianópolis, no dia 3 de maio. Nesta edição do evento o trio foi decorado com balões coloridos, que formavam um arco-íris, símbolo do movimento GLTB.
















A Embaixatriz da Parada da Diversidade, Karla Camuracci, animou os participantes do trio que, vestindo camisetas brancas, pediram paz e o fim da homofobia.















Ada falou sobre o projeto de lei que apresentou na Assembléia Legislativa para instituir o programa de respeito a diversidade no currículo escolar da rede estadual.



Este ano o tema da Parada da Diversidade foi "Nós também votamos".


A comunidade GLTB chamou a atenção para a igualdade de direitos civis entre homossexuais.


segunda-feira, 28 de abril de 2008

JORNADA CATARINENSE MARIA DA PENHA EM ITAJAÍ


Cerca de 300 pessoas participaram da 1ª Jornada da Lei Maria da Penha, que aconteceu na tarde do dia 26 de abril, no auditório da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), com o objetivo de discutir as políticas públicas necessárias para melhorar a situação da mulher, especialmente das vítimas de agressões na região da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (Amfri). O encontro é uma promoção da Comissão de Direitos e Garantias Fundamentais e de Amparo à Família e à Mulher, presidida pela deputada Ada De Luca (PMDB).
Na abertura do evento a parlamentar explicou que a reunião é importante porque procura encorajar a mulher. “Não tenha vergonha, a mulher agredida não tem classe social. Por isso temos que fazer uma corrente muito grande que começa com as amigas, vizinhas e atinja toda a comunidade”, informou.
Atualmente, a violência doméstica é a maior causadora de morte e de deficiência em mulheres de 16 a 44 anos. Conforme Ada, mata mais que o câncer e acidentes de trânsito. Aproximadamente 70% das mortes são causadas pelos maridos. “A mulher tem que estar sempre empenhada, falando sobre o tema para que uma dê força a outra”, encorajou.
O pedido para que a jornada acontecesse em Itajaí foi da vereadora Dalva Maria Rhenius, que considerou o evento importante para apresentar questões que deverão ser trabalhadas a curto, médio e longo prazo e para mostrar a todos atitudes de companheirismo e de função social. “Lamentavelmente dos 11 municípios que compõem a Amfri, apenas Itajaí e Balneário Camboriú possuem delegacias especializadas, e nenhum deles possui conselhos municipais dos direitos das mulheres”, enfatizou a vereadora.
A delegada Honorata Cachoeira Rodrigues, titular da Delegacia da Mulher de Itajaí, contou de que forma se dá a violência na sua região. Para ela, antes da Lei Maria da Penha tentava-se usar medidas curativas, que não puniam o agressor, e isso mudou com a lei. “Nesses primeiros quatro meses do ano as ocorrências devido à agressão doméstica diminuíram. Em janeiro foram 154 casos, em fevereiro 139, em março 120 e em abril 81. Destes casos, 25 homens foram presos e os demais respondem processo”, relatou.
Outras dez mesorregiões do Estado receberão a jornada com a missão de orientar, informar, coibir a violência, além de fazer um diagnóstico das necessidades de cada uma, referentes à prevenção e ao combate da violência doméstica e familiar em Santa Catarina.

A próxima cidade a receber a Jornada Catarinense Maria da Penha será Criciúma, no dia 30 de maio.